QUINTA – FEIRA SANTA

Rabiscos Poéticos do Carvoeiro

Assim se cumpre a profecia e o delírio dos profetas o anúncio da paixão de Cristo. A seguir leia o poema Quinta – feira Santa…

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Vestindo com uma túnica simples,

Um manto a lhe proteger do sol,

Cabelos solto ao vento…

Sandálias surradas

Senta na mesa o nazareno…

É chegado o momento…

Noite que se cumpre o delírio,

 Dos profetas…

Aproxima – se as tempestades

Fixa o olhar naquele que irá

Atrair a demência dos lobos,

Um manto branco ressalva,

A luz que o cobre…

Noite fria noite estranha,

De Judas a traição…

Noite de ódio, de blasfêmias, mentiras,

 De pedro a negação…

Noite de olhares frios,

Noite de chicotes e grilhões,

Noite de trevas, de um povo

Sem compaixão…

Noite estranha,

É noite de quinta – feira santa,

Quinta – feira da paixão…

Orlando Nogueira ( O Poeta Carvoeiro)

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